Esquemas mobilizados por surdos sinalizadores no cálculo da multiplicação
Tipo de documento
Lista de autores
Peixoto, Jurema Lindote Botelho
Resumen
Este estudo teve como objetivo identificar esquemas mobilizados por três alunos surdos usuários da Língua Brasileira de Sinais no cálculo da multiplicação, a partir do conceito de esquema de Gérard Vergnaud (2009). Os três apresentaram esquemas semelhantes em maior ou menor grau de elaboração. De forma geral, os esquemas revelaram pouco domínio no cálculo da multiplicação. Na contagem, todos levantavam os dedos em sincronia com os sinais, mostrando que surdos sinalizadores desenvolvem habilidades de contagem em Libras tão satisfatoriamente como os ouvintes. As análises contribuíram para ampliar a compreensão da ação cognitiva desses alunos.
Fecha
2013
Tipo de fecha
Estado publicación
Términos clave
Contextos o situaciones | Discapacidad sensorial o física | Estrategias de solución | Multiplicación
Enfoque
Nivel educativo
Idioma
Revisado por pares
Formato del archivo
Referencias
BRASIL. Lei n° 10.436, 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos, Brasília, DF, 2002. Disponível em:. Acesso em: 28 nov. 2012.____. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no10.098, de 19 de dezembro de 2000. Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos, Brasília, DF: 2000. Disponível em: . Acesso em: 28 nov. 2012.FÁVERO, Maria Helena; PIMENTA, Meireluce Leite. Pensamento e linguagem: a língua de sinais na resolução de problemas. Psicologia: Reflexão e Crítica, v. 19, p. 60-71, 2006.MAGINA, Sandra; CAMPOS, Tânia Maria Mendonça; NUNES, Terezinha, GITIRANA, Verônica. Repensando Adição e Subtração: Contr ibuições da Teoria dos Campos Conceituais. 3. ed. São Paulo: Ed. PROEM Ltda, 2008.MOREIRA, Marco Antonio. A teoria dos campos conceituais de Vergnaud, o ensino de ciências e a pesquisa nesta área. Investigações em Ensino de Ciências, v. 7, n. 1, p. 7-29, 2002. Disponível em: . Acesso em: 23 set. 2013.MUNIZ, Cristiano. A produção de notações matemáticas e seu significado. In: FÁVERO, Maria Helena; CUNHA, Célio da (Orgs.). Psicologia do conhecimento: diálogo entr e as ciências e a cidadania. Brasília: UNESCO, Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília, 2009. p. 115-143.NUNES, Terezinha; CAMPOS, Tânia Maria Mendonça; MAGINA, Sandra; BRYANT, Peter. Educação Matemática: Números e Operações numéricas. São Paulo: Cortez, 2005. PEIXOTO, J. L. B.; CAZORLA, I. M. Considerations on teaching math to deaf students.In:STUDY 21 OF THE INTERNATIONAL COMMISSION ON MATHEMATICAL INSTRUCTION -MATHEMATICS EDUCATION AND LANGUAGE DIVERSITY, 21., 2011, Águas de Lindóia. Anais... São Paulo:USP, 2011. p. 301- 308.VERGNAUD, Gerard. A contribuição da psicologia nas pesquisas sobre a educação científica, tecnológica e profissional do cidadão. In: FÁVERO, Maria Helena; CUNHA, Célio da (Orgs.). Psicologia do conhecimento: diálogo entr e as ciências e a cidadania. Brasília: UNESCO, Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília, 2009. p. 39-60