Formação continuada do professor pedagogo em Matemática: reflexões a partir da abordagem de Stephen Ball
Tipo de documento
Autores
Lista de autores
Fannizi, Sueli
Resumen
Este artigo tem o propósito de comentar a abordagem do ciclo contínuo de políticas públicas, de Stephen Ball, a partir de ações de formação continuada de professores dos anos iniciais do ensino fundamental, em Matemática e, mais especificamente, da entrevista realizada com uma formadora responsável por quatro encontros de formação continuada, destinados a professores do 4o ano do ensino fundamental, em Matemática, promovidos pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME-SP). Verifica-se que a lógica da verticalidade ainda impera na implementação das políticas públicas de formação continuada de professores, por meio da qual as ações oficiais definem e dirigem a prática docente em detrimento das reais demandas do professor.
Fecha
2020
Tipo de fecha
Estado publicación
Términos clave
Enfoque
Nivel educativo
Idioma
Revisado por pares
Formato del archivo
Referencias
BALL, S. Diretrizes políticas globais e relações políticas locais em educação. Currículo sem fronteiras, Porto Alegre, v. 1, n. 2, p. 99-116, jul./dez. 2001. Disponível em: . Acesso em: 27 abr. 2019. Sociologia das políticas educacionais e pesquisa crítico-social: uma revisão pessoal das políticas educacionais e da pesquisa em política educacional. Currículo sem fronteiras, Porto Alegre, v. 6, n. 2, p. 10-32, jul./dez. 2006. Disponível em: . Acesso em: 27 abr. 2019. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC/SEB, 2017. Disponível: . Acesso em: 27 abr. 2019. DIAS, R. E. Ciclo de políticas curriculares na formação de professores no Brasil (1996 – 2006). 2009. 248 f. Tese (Doutorado em Educação) –Faculdade de Educação, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009. Disponível em: . Acesso em: 27 abr. 2019. LOPES, A. C. Discursos nas políticas de currículo. Currículo sem Fronteiras, Porto Alegre, v. 6, n. 2, p. 33-52, jul./dez. 2006. Disponível em: . Acesso em: 27 abr. 2019. ______. Política de currículo: recontextualização e hibridismo. Currículo sem Fronteiras, Porto Alegre, v. 5, n. 2, p. 50-64, jul./dez. 2005. Disponível em: . Acesso em: 27 abr. 2019. MAINARDES, J. Abordagem do ciclo de políticas: uma contribuição para a análise de políticas educacionais. Educação e Sociedade, Campinas, v. 27, n. 94, p. 47-69, jan./abr. 2006. Disponível em: . Acesso em: 27 abr. 2019. ROSA, S. S. Entrevista com Stephen J. Ball - Privatizações da educação e novas subjetividades: contornos e desdobramentos das políticas (pós) neoliberais. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro, vol.18, n. 53, p. 457-466, abr./jun. 2013. Disponível em: . Acesso em: 29 abr. 2019. SANTOS, L. L. C. P.; DINIZ-PEREIRA, J. E. Tentativas de padronização do currículo e da formação de professores no Brasil. Cad. Cedes, Campinas, v. 36, n. 100, p. 281- 300, set./dez., 2016. Disponível em: . Acesso em: 29 abr. 2019. SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para o ensino fundamental: Ciclo I. São Paulo: SME/DOT, 2007. Disponível em: . Acesso em: 29 abr. 2019. TARDIF, M. A profissionalização do ensino passados trinta anos: dois passos para a frente, três para trás. Educação e Sociedade, Campinas, v. 34, n. 123, p. 551-571, abr./jun. 2013. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v34n123/13.pdf. Acesso em: 27 abr. 2019.