Autores - Editores Martinho, Maria Helena
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- AutoresMartinho, Maria Helena
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Estratégias de avaliação de relatórios escritos na regulação das aprendizagens em matemática

Descripción
Este artículo intenta comprender cómo una estrategia de evaluación de informes escritos, desarrollado en dos fases, contribuye para la regulación del aprendizaje de los estudiantes en matemáticas. Los participantes fueron tres grupos de estudiantes portugueses del 10º año (en promedio con 15 años de edad). Los datos fueron recolectados por la observación participante, análisis documental y entrevistas. Los resultados sugieren que el recurso guía para la elaboración de los informes y a los criterios de evaluación, proporciona a los estudiantes una percepción más clara de los objetivos de aprendizaje a alcanzar y juntamente con el feedback escrito del tipo interrogativo favorece el aprendizaje en matemáticas.
Lista de autores
Pires, Maria Gorete y Martinho, Maria Helena
Fecha
2014
Autores
Términos clave
Instrumentos | Otro (métodos) | Reflexión sobre la enseñanza | Tipos de evaluación
Nivel educativo
Enfoque
Tipo de documento
Dificuldades na escrita matemática: estudo realizado com alunos de licenciatura em educação básica

Descripción
Apesar da escrita ter, habitualmente, uma maior expressão no ensino da Matemática que a própria oralidade, os alunos revelam muitas dificuldades na explicitação de raciocínios e na utilização de linguagem matemática apropriada. A comunicação matemática escrita tem algumas particularidades que podem ser diretamente trabalhadas com os alunos. Por exemplo, a escrita ajuda os alunos a dar sentido à Matemática e a melhorarem o próprio discurso. As produções dos alunos transportam informações para o professor contribuindo para a planificação e concretização da sua prática profissional. Assim, e apesar de frequentemente ser descurada, a escrita matemática pode ser trabalhada na sala de aula, em particular, com futuros professores. Este artigo reporta parte de uma experiência no recurso à expressão matemática escrita numa turma de Educação Básica. Nas aulas os alunos resolviam uma tarefa em grupo e faziam o registo escrito do processo de resolução seguido. A análise de uma das tarefas e de um breve questionário permitiu identificar um conjunto de dificuldades sentidas pelos alunos. Para além da dificuldade inerente a determinados conceitos, os alunos revelaram também dificuldades na escolha da linguagem e na articulação do discurso.
Lista de autores
Martinho, Maria Helena
Fecha
2017
Autores
Términos clave
Análisis del discurso | Dificultades | Discurso | Inicial | Otro (métodos)
Nivel educativo
Educación superior, formación de pregrado, formación de grado
Enfoque
Tipo de documento
As interações dos alunos no trabalho de grupo: uma experiencia com alunos do 9.º ano

Descripción
O presente estudo reveste-se de uma natureza qualitativa e tem por base dados recolhidos, relativos aos comportamentos naturais dos alunos. Este estudo resultou de uma intervenção pedagógica supervisionada, realizada no ano letivo de 2012/2013 numa escola no norte de Portugal, em torno de quatro questões de investigação: (1) Quais os padrões de interação entre os alunos ao longo da realização do trabalho de grupo? (2) De que forma é que a tipologia de tarefa influencia os padrões de interação no trabalho de grupo? (3) Quais as perceções dos alunos sobre a importância do grupo para a aprendizagem da Geometria? (4) Qual a relação entre as perceções dos alunos sobre o trabalho de grupo e a sua aprendizagem em Geometria? Neste poster, apresentam-se os padrões de interação entre os alunos de três grupos ao longo da realização de diferentes tarefas em Geometria, assim como algumas das suas perceções sobre as tarefas recolhidas, através de uma entrevista realizada aos grupos. Em termos de resultados obtidos, verificou-se que os padrões de interação dos grupos foram diferentes de acordo com as diferentes tarefas, e que diferentes tarefas propiciam diferentes tipos de colaboração entre os alunos em grupo.
Lista de autores
Alves, Maria Júlia y Martinho, Maria Helena
Fecha
2017
Autores
Términos clave
Actitud | Motivación | Relaciones geométricas | Transformaciones geométricas
Nivel educativo
Enfoque
Tipo de documento
Strategies, difficulties, and written communication in solving a mathematical problem

Descripción
In an age where we live surrounded by technology, it is increasingly important to develop capabilities that differentiate us from “machines”. The habit of solving problems can help us develop some of them, including the ability to solve problems, and stimulate critical thinking. It is, therefore, important to propose tasks of a diverse nature in the classroom, and to invest more in mathematical problem-solving by students. For students to solve those problems, it is essential that they know different strategies to use and it is necessary that the teacher can identify the difficulties experienced by students in solving mathematical problems, so the teacher can help students overcome them. This article aims to identify the strategies students use to solve a problem, acknowledge the difficulties students experience, and characterize students’ written communication in their answers. To achieve these objectives, the answers to a mathematical problem which was solved by students of three 12th grade classes were collected and analyzed. In the resolutions analyzed, the strategy students used the most was the construction of schemes/figures. Regarding the difficulties, they were felt more at the level of information selection, as the students tended to add data that were neither in the statement nor could be deduced from it. Finally, when communicating their answers in writing, over half of the students did it with a high level of clarity, and the most frequently used type of justification was the exclusive use of schemes. In addition, the type of representation most used by the students was iconic representation.
Lista de autores
Martins, Letícia Gabriela y Martinho, Maria Helena
Fecha
2021
Autores
Términos clave
Nivel educativo
Educación media, bachillerato, secundaria superior (16 a 18 años)
Enfoque
Tipo de documento
O contributo da discussão em grupo para superar dificuldades sentidas pelos alunos na aprendizagem da geometria

Descripción
Neste artigo procura-se compreender quais os contributos da discussão em pequeno e em grande grupo, para superar dificuldades sentidas pelos alunos de uma turma do 10.º ano de escolaridade em Geometria. Optou-se por uma metodologia de natureza qualitativa tendo por base o paradigma descritivo e interpretativo, seguindo a modalidade de estudo de caso. Os participantes foram dois grupos de alunos de uma turma do 10.º ano (com uma média de idade de 15 anos). Os dados foram recolhidos através da observação participante ativa, da análise documental e de entrevistas de grupo. Os resultados da experiência sugerem que a discussão em pequeno grupo ajudou os alunos a superar dificuldades na aprendizagem da Geometria, em situações que envolviam conceitos e raciocínios matemáticos. Contudo, a discussão em grande grupo tornou-se fundamental na maior parte das situações, cujos raciocínios se revelavam mais complexos.
Lista de autores
Pires, Maria Gorete y Martinho, Maria Helena
Fecha
2015
Autores
Términos clave
Dificultades | Estimación de medidas | Estrategias de solución | Formas geométricas
Nivel educativo
Educación media, bachillerato, secundaria superior (16 a 18 años)
Enfoque
Tipo de documento
Comunicação na sala de aula: a perspetiva do ensino exploratório da matemática

Descripción
Este artigo procura responder ao desafio de pensar a comunicação que tem lugar na aula de matemática. Contrariamos a visão simplista da comunicação como instrumento de transferência de conhecimento (do professor para os alunos) para assumirmos a comunicação como processo de interação, no qual o conhecimento matemático é socialmente construído. Esta visão da comunicação na aula de matemática representa uma aproximação aos processos de produção e comunicação de conhecimento matemático que têm lugar no campo científico e no agir diário das comunidades humanas (quando lidam com ideias matemáticas). Para que isso ocorra, são exigidas mudanças no ensino, particularmente no papel do professor e no dos alunos. O ensino exploratório da matemática é apresentado como um meio privilegiado do professor, apoiado num conjunto de ações comunicativas fundamentais, criar ambientes de aprendizagem produtivos, que, envolvendo o trabalho com tarefas matemáticas desafiantes, a sua resolução e discussão, culminam na institucionalização de conhecimento matemático.
Lista de autores
Guerreiro, António, Ferreira, Rosa Antónia Tomás, Menezes, Luíz y Martinho, Maria Helena
Fecha
2015
Autores
Ferreira, Rosa Antónia Tomás | Guerreiro, António | Martinho, Maria Helena | Menezes, Luíz
Términos clave
Discurso | Gestión de aula | Otro (afectividad) | Reflexión sobre la enseñanza
Nivel educativo
Enfoque
Tipo de documento
O uso da língua gestual portuguesa na aprendizagem matemática em alunos com deficiência auditiva: resultados preliminares

Descripción
Este artigo apresenta alguns resultados decorrentes de dois estudos de caso, um sobre Carla e outro sobre Daniel, dois alunos que frequentavam o 6.º ano de escolaridade de uma escola de referência para a educação bilíngue. Com este estudo pretendíamos compreender quais os principais desafios linguísticos que enfrentam os alunos com Deficiência Auditiva na aula de Matemática. O estudo seguiu uma abordagem qualitativa de natureza interpretativa, seguindo o design de estudo de caso. Assim, foram observadas as aulas de Matemática ao longo do segundo período letivo, de janeiro a março, de uma turma composta por quatro alunos com Deficiência Auditiva. Para além da observação de aulas foi também realizada uma entrevista à professora de Matemática. Através da análise dos dados recolhidos foi possível identificar algumas das dificuldades que os alunos enfrentam em termos de linguagem nas aulas de Matemática, entre as quais: o reduzido leque de vocabulário conhecido pelos alunos, mesmo de termos do quotidiano, o que dificulta a compreensão dos enunciados das tarefas; a não linearidade da tradução entre a Língua Gestual Portuguesa e a Língua Portuguesa que causa momentos de incompreensão por parte da professora e dos alunos; a existência de palavras com a mesma grafia e com significados distintos que provocam algum conflito no aluno; a inexistência de gestos em Língua Gestual Portuguesa para diversos termos matemáticos, levando à criação por comum acordo de gestos ou ao soletrar de palavras, com os riscos que cada uma destas opções acarreta; e a forma como são lidos os números em Língua Gestual Portuguesa, algarismo a algarismo, que causa dificuldades na compreensão do valor posicional de cada algarismo.
Lista de autores
Tinoco, Joana, Martinho, Maria Helena y Cruz, Anabela
Fecha
2018
Autores
Términos clave
Discapacidad sensorial o física | Estudio de casos | Interpretativo | Otro (números) | Usos o significados